terça-feira, 2 de novembro de 2010

Divirtam-se

Congresso em comemoração aos 80 anos do curso de Direito da UFES


SEMANA JURÍDICA

EM COMEMORAÇÃO AOS 80 ANOS DO CURSO DE DIREITO DA UFES.

ABERTURA (9/11/2010 – Terça-Feira - MANHÃ – 7:30h)

domingo, 3 de outubro de 2010

Passando...

Um sopro,
     vento...
Um beijo
doce.

Um amor,
     O seu...
Um conto
      Oi?


Um instante,
      Teu olhar...
Um momento:
Saudade.

                           Um conto: O meu.

Pedro Teixeira**

**Nova assinatura

A mais agressiva campanha da história

Com a caminhada liderada pelo presidente Lula...
Image
Dilma, Marisa, Lula e Mercadante em SBC

Com a caminhada liderada pelo presidente Lula na manhã de hoje no ABCD paulista (São Bernardo do Campo), acompanhado por Dilma Rousseff e Aloizio Mercadante, a campanha eleitoral deste ano, uma das mais radicalizadas e agressivas desde 1989, termina logo mais às 22 horas, como começou.

A maioria do povo brasileiro quer a continuidade das mudanças e apoia o presidente Lula e seu governo. O PT é o maior partido do país e conta com a preferência de mais de 1/3 dos brasileiros. Assim, nossa tarefa nos próximos anos será transformar esta preferência em votos.

A campanha foi uma das mais radicalizadas e agressivas desde a volta das eleições diretas de presidente da República em 1989. E a responsabilidade por isso é do PSDB e de seu candiato a presidente José Serra, com uma grande cota de contribuição da imprensa.

Grande parte da imprensa - da mídia, incluindo rádio e TV - mais do que tomou partido a favor do candidato tucano. Atuou como extensão de seu comitê eleitoral. Algumas redações agiram articuladas com a coordenação de campanha de José Serra, municiando a candidatura tucana com denúncias e calúnias, quando não se antecipando.

A campanha de José Serra foi uma das mais sujas e de baixo nível da história do país. Foi um vale tudo. Baixaria reforçada por esta parte da mídia que pactuou com a estratégia tucana. Ela chegou a veicular na internet vídeos absurdos produzidos pela campanha tucana e que a justiça eleitoral preferiu fazer de conta que não tinha autoria provada. E todos sabiam - até por não haver contestação tucana -  que estas produções eram da campanha serrista.

A mensagem de Dilma

“Amanhã, dia 3 de outubro, é o grande dia da democracia. Quero dizer ao eleitor que saiba escolher, que escolha aqueles candidatos que colaboram para a mudança no país. No meu caso, peço que ele perceba que o voto tem esse sentido, e que ao colocar o voto na urna ele decida se quer continuar a mudança desse país, se ele quer continuar na trajetória que leva Brasil e ser uma das maiores sociedades do mundo, uma das mais justas e democráticas. Ou, se ele quer aquele período de estagnação, paralisia, de desemprego que o Brasil passou”.

A mensagem acima foi transmitida hoje por Dilma, em entrevista coletiva, antes de seguir ao lado do presidente Lula e do candidato a governador Aloizio Mercadante em caravana pelas ruas de São Bernardo do Campo.
Blog do Zé Dirceu

Publicado em 02 de setembro de 2010

domingo, 5 de setembro de 2010

A importância da Juventude como protagonista na mudança da política Brasileira


*Pedro Andrade


No próximo mês, no dia 03 de outubro, acontecerá a eleição que irá escolher o Presidente da República Brasileira, os Deputados Federais, os Senadores e os Governadores Estaduais e Distrital, bem como os Deputados Estaduais e Distritais.

Será também a Eleição que marcará o ápice do crescimento juvenil na população brasileira que irá durar até 2014 quando irá decair. Dessa forma, está eleição é um momento impar para a juventude do país. Nunca mais vamos ter tantos jovens de 15 a 25 anos em nossa população.

Portanto, temos nessa eleição o poder de influir nos rumos do processo eleitoral e na concepção do tipo de política que queremos para o Brasil do futuro.
Os políticos já sabem deste fato. Tanto é que as campanhas para a Presidência da República já estão conectadas nas mídias sociais e na Web 2.0. Marina Silva quer despontar como a “queridinha” do público juvenil e Dilma Rousseff tem a maior e melhor campanha de interação via web entre os presidenciáveis.

Isso tudo é bom, demonstra que os que estão disputando o poder estatal já perceberam que a juventude brasileira terá um peso importante na escolha dos futuros administradores e legisladores do País. Mas eis a questão: O jovem Brasileiro já se ligou para a importância do seu voto? Ele consegue perceber que a cada dia que a eleição se aproxima ele está sendo cada vez mais cooptado para tomar partido de um candidato? E principalmente, ele já se deu conta que é a sua escolha e forma de pensar a política hoje que vai decidir qual será a política para o Brasil amanhã?

Imagino que não. Os 40 milhões de jovens na faixa de 16 a 24 anos que irão votar neste ano, estão cada vez mais encarando o ato de votar como uma obrigação do que um dever. Além disso, muitos assumem posições radicais: 
Ou desacreditam da política e tudo que é político é ruim, corrupto e personalista, ou acreditam demais na política e o primeiro carismático ou com cara de via juvenil que aparece, consegue arrebanhar o jovem despolitizado e que quer mudanças para engrossar o caldo dos seus eleitores.

Não podemos encarar a política desta forma. Temos que nos identificar enquanto jovens e atores juvenis na mudança dos rumos de nosso País. É preciso buscar vias de participação nos movimentos sociais e no meio Estatal, apoiando e buscando candidaturas que apóiem as políticas públicas de juventude e que sejam juventude (sic). É na ampliação dos jovens nos movimentos que pressionam o governo; movimento negro, estudantil, da mulher, pela moradia, quilambola, etc., etc, que conseguiremos ruir este sistema obsoleto e esta classe política velha, retrógada e oligárquica para fora dos aparelhos do Estado. O velho só sai se o novo entrar.
A Corrupção só acaba se pessoas impolutas varrerem essa doença do País, Se a classe que hoje é juvenil e que amanhã será a política do Brasil, se dar conta de que não podemos mais aceitar a política do favorecimento, do apadrinhamento, do aparelhamento e do populismo em nosso Estado Democrático de Direito. Se der conta de que será ela que terá a função de norteadora dos anseios e crescimento da nação brasileira. Hoje já é sabido que precisamos de mão de obra para a economia em pleno crescimento e quem será ela? Nós jovens, é claro. Por isso, nestas eleições, vejam as propostas e o histórico do seu candidato. Eu apoio  e voto Dilma 13 porque ela tem políticas pra juventude e pro futuro do País, mulher séria, garantirá as mudanças sociais e a emancipação juvenil E voto em Babá 13131 para Deputado Estadual porque atuou na Pastoral da Juventude, no Movimento Estudantil, Foi um líder comunitário Jovem, É jovem, Defende a Universidade Estadual Capixaba, o Criação de Escolas técnicas Estaduais, o Financiamento ao Ensino, Pesquisa e Extensão e as criação das Praças esportivas com 8 mil metros quadrados de esporte, cultura e lazer; projeto do ministério do Esporte, que ele buscará e trará para o Espírito Santo.

Vote consciente no dia 03 de Outubro, vote em quem está preocupado com o seu futuro!

*Pedro Andrade é aluno de Direito da Universidade Federal do Espírito Santo, graduado em planejamento urbano e de transportes pelo Instituto Federal do Espírito Santo e atua como Coordenador do Cursinho popular Mudança no Estado, além de ser Diretor de Cultura do Centro Acadêmico de Direito da UFES.



Você, seu intelecto e sua alma... Nada além.

Começo a perceber que no final só sobram três seres: Você, seu intelecto e sua alma.
Nada mais perpassa para garantir a unidade e a complexidade de uma rede ampla em que se possa abraçar fraternalmente e dizer: Não estou sozinho!

Não pelo contrário, as garantias se dão em torno de um sentimento e provas factuais de cada vez mais você não ver ninguém e não mensurar nada em meio à solidão.
Percebe-se que cada dia é um dia a menos e ao mesmo tempo é outro a mais. Ao se dar conta, caminhamos para a beira da insanidade e da ignómia.

Tudo isso se dá pelo triste desprazer de no final das contas só sobrar você, seu intelecto e sua alma... O resto, no desenrolar epistemológico-filosófico-teológico da coisa é a desmembração destes três “seres”.

Vejam só: Para os adeptos do antropocentrismo - ateus, materialistas e individualistas, no final das contas só você é o responsável pelo seu passado, presente, futuro e morte. Para os intelectuais - agnósticos, neo-iluminista, cartesianos, kantianos, esclarecidos, a transcendência é imanente e perpassa pela sua mente, sendo assim considerado você intimamente ligado com a sua construção divina, ainda que essa não seja uma abstração humana. Já para os passionais, religiosos, aristotélicos, cristãos ou qualquer outro desdobramento em que se liga a pessoa a alma, o homem material no final das contas se mantém preso a sua alma ou vice-versa, que é sua companheira; inicialmente no plano físico e posteriormente no campo espiritual e eterno.

Ao passo que no fim da linha terrena (e durante seu traçado) nada mais somos do que nós mesmos, ou seja, ainda que estejamos rodeados de seres, na verdade estamos sós. Para os anti-individualistas, subjetivistas e cristãos, minha tese será mesquinha e incomodará pois parecerá que estou querendo afastar os homens de sua capacidade natural de se relacionar, quando na verdade o que quero provar é que por mais que o homem se relacione, na verdade isso se dará para alimentar a própria vontade de não estar sozinho, quando na verdade isso é impossível, pelo menos em seu ser imanente.
Para ser diferente, seria necessário que os seres humanos fossem dotados de poderes ou percepções que dessem a cada um a capacidade de se relacionar com o intelecto e/ou a alma do outro, o que até hoje a ciência e as percepções sociais mostraram não ser possível.

É triste para mim, nesta reflexão epistemológica que estou tendo neste feriado, perceber que na verdade, estou sozinho. Passo um mês em que me Abandonaram e jogaram-me ao relento. Mês vazio, insípido, incolor e transudo: pútrido e sofistico. 


Pedro Andrade

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Momentos...


Bem, momentos são momentos, lógico. Não venho aqui hoje para explicar o que seria o momento. Não tenho a pretensão de gastar meu vernáculo com o intuito epistémico cognitivo de saber o que é o momento. Deixo esta indagação para o filósofo. O que trago em voga é o engano que o momento nos traz. Já não houve momentos de certezas tão certas que estas acabaram incertas? Já não houveram momentos tão felizes que de felizes se tornaram tristes? E já não houveram momentos infinitos que por tamanha infinitude tiveram fim?  Não estou louco não me internaram, ainda. Isso ocorre e como ocorre! Não seria absurdo pensar o momento e suas contradições e hoje ao me deparar por um momento para discutir o que é momento percebo quão errado estamos neste momento. Não que não exista a possibilidade de explicitá-lo. O ponto chave aqui é o engano do momento. Como você se torna confuso ao na verdade já não ter a certeza do momento atrás. De viver aquela felicidade passageira, aquela certeza incerta que como num feixe de luz se dissipa  após já ter invadido seu coração e o arrasando e tornando tudo tão incerto.

Momentos - tê-lo, não tê-lo, qual seria a solução?

Por desconhecer tal resposta neste momento, deixo aos amigos leitores este poema que gosto muito de Fernando Pessoa:
Foi um momento.

Foi um momento/ O em que pousaste/ Sobre o meu braço,/ Num movimento/ Mais de cansaço/ Que pensamento,/ A tua mão/ E a retiraste./ Senti ou não ?

Não sei. Mas lembro/ E sinto ainda/ Qualquer memória/ Fixa e corpórea/ Onde pousaste/ A mão que teve/ Qualquer sentido/ Incompreendido./ Mas tão de leve!...

Tudo isto é nada,/ Mas numa estrada/ Como é a vida/ Há muita coisa Incompreendida...

Sei eu se quando/ A tua mão/ Senti pousando/ Sobre o meu braço,/ E um pouco, um pouco,/ No coração,/ Não houve um ritmo/ Novo no espaço?/ Como se tu,/ Sem o querer,/ Em mim tocasses/ Para dizer/ Qualquer mistério,/ Súbito e etéreo,/ Que nem soubesses/ Que tinha ser.

Assim a brisa / Nos ramos diz/ Sem o saber/ Uma imprecisa/ Coisa feliz.

Pedro Andrade


segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Por nada ver, nada ouvir, nada sentir e até esquecer...

Me recusei virar o mês e nada postar. Devo pedir desculpas. Estávamos em processo eleitoral para o DCE e não achei tempo para me dedicar a críticas exclusivistas e pessoais. Era um momento de construção coletiva e minha cabeça estava sem tempo para falar de qualquer coisa a não ser o processo eleitoral. Hoje, continuo não muito afim de dizer algo na verdade mas, não quis acreditar que nada postaria nestes 30 dias. Recorro a  minha ignorância para assim tentar escamotear a preguiça para postar mas nada escrever. Ah, como conhecimento inútil recomendo a todos o livro de Chico Buarque - Leite Derramado que ganhei de uma doce menina que me ensinou a ver as coisas de uma outra forma, melhor...  para assim tentar escrever diferente também, por que não?

No mais, recomendo o blog de um grande amigo que com sua forma sarcástica de não dizer nada, traz em voga uma leitura gostosa e atrativa: www.criativonao.blogspot.com

Pedro Andrade