domingo, 17 de janeiro de 2010

Outpourings... yeah he is.

i'm alone....

Meus caros colegas de áudio tem sido os únicos nobres ainda neste barco...

Acho que já não há barco... Talvez o esqueleto do que foi outrora...

Talvez um remédio antimonotomia resolva mas, qual é?

A vida tá uma droga... fuck that...

What to do? i don't know...

I fell lost...

I need someting new, it's urgency...

I'm alone... and, there nothing to do...

My vacation is like a cheat... yeah, a big cheat... my friends? so, is RadioHead? because i'm alone... lost...

Thanks my darling, thanks for to life... a fucking life vacation.

Por hoje, basta o desabafo e a vontade de sentir algo novo...

So, i think that i go to begin french... what do uo think Doc Watson?

Is a good idiom...

Thanks for uo listening...




Pedro Luiz

sábado, 16 de janeiro de 2010

Lembranças dos embalos de sexta anoite...

Resolvi cair no conto da hipocresia...

Falei sobre o ser ZUMBI e o Ser HUMANO em um post passado e acho que acabei tendo uma experiência muito próxima do tal zumbi.

Não que seja a mesma coisa afinal, não tenho na madrugada meu fôlego de vida, apenas sai para me divertir como qualquer SER HUMANO...

Mesmo assim, serviu para dar longas gargalhadas lembrando disso e da noite que passou.

Precisava ir até a cerveja mais próxima ontem. Decide que não era o lugar mais próximo de encontrá-la mas o melhor para a noite. A avenida Anísio Fernandes Coelho, vulgo Rua da Lama, é um excelente lugar para jogar conversa fora, beber e ver gente imitando as vestimentas de seres estranhos como Lady Gaga.

Após várias cervejas, descobri que estáva com mais álcool no sangue que o permitido para um batalhão de motoristas prestes a fazer o exame de alcoolemia.

Quando percebi, ja estava dentro de um carro sendo sequestrado por pessoas e levado para uma danceteria...
Com direito até de dormir em um sofazinho local...

Acho que devo ter recebido o espírito do pai preto que incorpora sempre num amigo meu pois ele mesmo estava ótímo...

Seja como for, valeu por uma noite.

Ser humano ou Ser Zumbi? eis a questão meu caros...

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Meu caro little dick...

Diário de bordo, 13 de janeiro de 2010 - 20:45?

Ah...., pelo menos uma boa notícia!
pareçe que UFF é oficial. será que com um 10p na redação e 8p na prova de história da para passar? espero que sim...

No mais, neste velho mundo tudo está na mesma...

O árduo trabalho que esgota todas as minhas energias com o trabalho mecânico massivo,
o estado pré-placebo que me encontro aliado a minha vida deprimente que se encontra...

Espero que as coisas começem a mudar!
finalmente uma boa notícia meu caro little dick...

O barco acho que agora começa a ser salvo...

Quem sabe ares cariocas não me façam bem? quem sabe....


Pedro Luiz

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Carta ao Doutor Watson

Caro Dr. Watson;



Me sinto sem as mãos. Talvez sem os pés, mas minha cabeça voa... voa como nunca.
Sinto que nada é suficiente. Nada se encaixa. Não sei, tudo ultimamente tem se tornado como um enorme quebra-cabeça onde por mais que se tente, nunca consigo terminá-lo, há sempre uma peça... Aquela peça que está faltando...
Ah, como dói... e não falo de alguém, me refiro à algo.

As mãos, Estão aqui. Eu as vejo. O problema é que me escapam... Sim, as coisas me escapam.
Já não sou mais o mesmo. Não mais agarro, não mais sinto...

Os pés? sim, os sinto... O problema é a encruzilhada que me encontro... já não me obedecem.
Não sabem para onde ir, não sabem onde pisar...

E, talvez o senhor me pergunte e seu coração meu amigo, como ele está?
Não sei Doutor, ele bate... bate... bate...
Mas é como algo oco, vazio por dentro sabe como é? como as cordas de um violão tocando no enorme vazio de suas entranhas ocas. Só madeira...

Assim que me sinto, só o corpo.

Isso é sintoma pré-depressão? uma nova crise de identidade? você estava lá! 
Sim, na primeira crise, me acompanhou. 
Achei que era só uma que tínhamos...
E agora o que fazer? 
A felicidade meu caro, está tão artificial, tão momentânea, infeliz.
Não que sinta falta de outrora...
Não! uma volta é improvável para mim.

O que sinto é uma falta de vontade do que fazer, um motivo, um alguém.

Lembra do violão Doutor? falta o som... o som... o som...
É ele quem dá o motivo de existir para o instrumento, é ele o motivo da extasia, do encontro, do ranger das cordas, do atrito da mão e madeira...

Precisava disso...
Lembra daquele filme, um em que tudo era colorido, belo, eterno... E, derrepente perde-se a cor, esmureçe-se deixa de ter sentido e fica sem graça, em tons de cinza? como era o nome dele mesmo meu amigo? Não faz mal, lembro-me muito bem...

Há cura? tratamento? ajuda ou será só o tempo?

Quem pode dizer Doutor? você? Eu? não, só o som, aquele do violão, o motivo existir...
Só assim tudo isso terá fim e o meu mundo voltará...
Sim meu caro, aquele mundo você lembra? você esteve comigo, sei que há algum tempo.
Mas ele não era assim, havia cores, havia sentidos, cheiros, gostos, amor!

Sabe o que me alegra Doutor? é, ainda que só com você, poder contar.
Sei que não há respostas, só ouvidos... não tem problema, pelo menos você me ouve...
Pelo menos você me sente, entende.
Não o vejo, não o sinto, não o percebo. Mesmo assim, isso me consola...

Ainda que sinta que o mundo me esqueceu, ainda que só cheire o mau-odor da malícia e da maldade, ainda que só veja o escuro, o partido, o impuro, ainda que só sinta a dor e não o calor...
Mesmo assim, é bom saber que vai mudar. Já mudei outras vezes não foi?
Deu certo não deu? Que bom...

Assim fico mais tranqüilo e espero você voltar. 
Espero o mundo voltar.

Espero de braços abertos... Sei que vai voltar melhor, sei que agora será diferente.
Não o mesmo mundo. um mundo diferente, um melhor...
Um que me entenda, um incondicional...
Que valorize o carinho, ele é tão difícil não é? um que provoque a odisséia de sentimentos que nos faz tão feliz!

Obrigado Doutor, amigo, meu caro. 
Aguardo uma visita...



Pedro Luiz

domingo, 10 de janeiro de 2010

Contos de Pedro e Beatles...

      Então, estou em casa há algumas horas tentando achar algum "programa" para hoje.
      Sinto que minhas tentativas foram frustradas. Mas, não é sobre isso que quero falar. 
      Ontem estava na casa de uma amiga e depois de algumas cervejas, ficamos que nem uns paspalhos cantando singles, de Cazuza a The Strokes e passando pelos The Beatles e muita MPB.

       Foi realmente um momento maravilhoso. É tão bom poder ouvir um rock de qualidade e uma música brasileira de verdade, ao invés dos incansáveis Funk's por exemplo, como o mais novo que ouvi lá também: uh, aceita, uh, aceita... Acho que era isso.

       Nesse intervalo, em constante estado pré-placebo e de transcendência, pude até sentir Cazuza do nosso lado... (não usei drogas ok?) foi realmente um momento muito bom.

      Momento em que se conseguiu esqueçer dos problemas, das dívidas que outro fez no seu nome e de problemas que me meti.

      Diante disso tudo, percebi que uma amizade tem um efeito-antídoto para curar feridas e desanuviar a mente.
      Acho que já cheguei a comentar sobre minhas carências e fraquezas... A única que de fato me entendeu (minha primeira namorada), o destino tratou de nos separar.

      Gostaria poder de encontrar um amor incondicional, sem cobranças e que me faça completamente feliz.

      Acredito que isso exista. Bom, pelo menos ainda acredito, mesmo que as adversidades externas me façam achar que não.

      Enfim, sou péssimo para escrever sem algum sentimento exalando sobre meu corpo.

      As palavras ficam em tons de cinza, as verdades no estilo RadioHead de ser.

      Mesmo assim, meus votos são de fato que alguém me encontre e dê paz, amor e cuidados. Alguém que se possa confiar e distante desse mundo de artificialidade e momentaneidade.

      Sou chato? sim sou, nunca escondi. Mas por trás desse personagem, há um homem sensível, com cultura e que gosta de aprender consigo e com o outro, de dar carinho, de fazer amor.
 
      Espera-se que alguém um dia entenda isso e seja tão nobre como eu tento ser para me conquistar.


    so, anyone?


    Luiz Andrade

sábado, 2 de janeiro de 2010

felicitações neófitas.

E o ano Virou. 2010 chegou.

Vejamos, o que mudou?

Palavras ineteligível foram ditas até agora.

Andei por vielas escuras e apertadas, ruas esburacadas e lamacentas, senti frio, fome, medo.

O peso de se sentir enganado, usado e triste, solitário é muito ruim.

Que 2010 seja diferente.

Seja possível encontrar um amor puro, me encontrar.

Que esse mundo perverso, artificial, sujo e mesquinho posso se afastar.

Que as coisas deêm certo nos estudos, nos concursos e na saúde.

Votos de fim de ano.... ou será começo?


Pedro Luiz

domingo, 27 de dezembro de 2009

Ser humano ou Ser zumbi? I'm Back!

Puta merda é excelentemente bom escrever.

Já havia algum tempo que eu estava tentando recuperar o meu login e senha do blog, mas havia algum tipo de bloqueio mental que não me permitia lembrá-los.

Ainda bem que hoje por espasmos sensoriais (eu acho), pude lembrar e acessar o Dialeto Urbano.

Estive off-line esses últimos meses.

Já disse aqui que quando se está feliz, não se tem muitos motivos para escrever.

Também disse que a felicidade infelizmente nunca é pra sempre! E, quer saber, tinha acertado...

Não tenho nem a breve intenção de explicar o porquê dessa certeza.

Basto-me a dizer que o mundo nem sempre é colorido e vibrante como simples idealistas como Eu imaginam.

Há crueldade, malícia, falta de respeito e cumplicidade e há no final de tudo um sumiço e duas palavras depois de procurado: Estou cansado. Simples assim não? Não. Seja como for, estou feliz em poder escrever.
Minhas habilidades oratórias se resumem em montar um circo para apresentar os personagens ou minhas idéias revolucionárias. Quando o assunto sou Eu, não consigo me abrir. A escrita ajuda a expor meus sentimentos e me sentir melhor.

De hoje em diante, será postado nesse blog novamente, matérias da vida urbana. Da minha vida urbana preferencialmente. Depois, das minhas filosofias, crenças e formas de ver o mundo e o cotidiano da vida.

Se sintam desobrigados de ler ou me seguir. Não quero um blog Poser, quero pessoas que tenham a sensibilidade, a cultura e o sentimento aflorados.
Pessoas que acreditam que o melhor das outras sempre é maior que o pior (ainda que se enganem sempre), pois só assim podemos viver tranqüilos e sem medos e receios.

Pessoas que estão dispostas a meter a cara no aprendizado, nas boas conversas e na arte que é a vida.

Esse Feriado de Natal foi para atualizar minha playlist, rever algumas musicas perdidas com o “PT” do meu notebook, descobrir bandas e achar aquelas músicas que você sempre quis ouvir, mas não as tinha ou não sabia seus nomes.

Parei para pensar: como Deus pode punir com o inferno algo tão belo? Musicas que são verdadeiras obras de arte, únicas, cada tom, cada ritmo, cada letra, não há adjetivos.

E não falamos de música, podemos falar de esculturas de concreto, obras cinematográficas, desenvolvimento da medicina, autos de teatro.

O mundo é belo. O ser humano que o empobrece, o deixa feio e cinzento.

Aqueles sem caráter, escrúpulos e/ou falta de pensar no outro, estes são os culpados.

Cheguei à seguinte conclusão: A única coisa que nos diferencia de fato de um animal, e nos torna seres humanos, é a capacidade de raciocinar, e raciocinar pensando no outro, naquele que passou meses ao seu lado, ou em quem você sequer conhece.

Quando não fazemos isso, perdemos a nossa única característica, aquilo que nos diferencia de todos os outros animais - Ser um SER humano (desculpe o possível pleonasmo, foi proposital.)

Infelizmente, faltam seres humanos e há uma infinidade de zumbis se me permitem, pessoas sem perspectiva, sem razão de existir, cheia de poses, que vivem para sair e não saem para viver, pessoas que não gozam cada momento como único mas apenas criticam e choram pelos possíveis momentos perdidos de momentaneidade e artificialidade de uma noite.

Para estes, apenas um sinto muito. É bom viver sabendo o motivo da minha existência, sabendo aproveitar as coisas simples e crendo no ser humano.

Dá pra bater a cabeça no travesseiro e dormir, sem relaxantes ou drogas, sem aparências, sendo apenas você mesmo.

Obrigado a você que faz parte da humanidade de Fato e compreende o que escrevi. Para o que não entendeu, mude. Você já é um zumbi, pobre e artificial.